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Polícia Federal

PF afirma ao STF que Bolsonaro cometeu crime em vazamento de inquérito

Bolsonaro é acusado de ter divulgado informações sigilosas de um processo judicial ler

28 de janeiro de 2022 - 18:41

A PF (Polícia Federal) considerou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) teve participação “direta, voluntária e consciente” no vazamento de um inquérito sigiloso divulgado em suas redes sociais, em agosto do ano passado. A afirmação foi feita em despacho assinado pela delegada Denisse Dias Ribeiro, responsável pela investigação.

O documento foi anexado aos autos do inquérito que apura ao caso junto ao STF (Supremo Tribunal Federal). A delegada afirma que Bolsonaro e o deputado Filipe Barros (PL-PR) participaram do crime de violação de sigilo funcional, mas não chegou a indiciá-los porque considerou que o presidente ainda deveria ser ouvido.

Bolsonaro foi intimado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, a prestar esclarecimentos hoje à tarde na sede da PF em Brasília, mas faltou ao depoimento e recorreu contra a decisão de Moraes. O ministro negou o recurso apresentado pela AGU (Advocacia-geral da União).

Segundo a delegada Denisse Ribeiro, o presidente e o deputado se aproveitaram de seus cargos para terem acesso a informações sigilosas e divulgá-las indevidamente.

Na condição de funcionários públicos, ambos “revelaram conteúdo de inquérito policial que deveria permanecer em segredo até o fim das diligências (Súmula nº 14 do STF), ao qual tiveram acesso em razão do cargo de deputado federal relator de uma comissão no Congresso Nacional e de presidente da república, respectivamente, conforme hipótese criminal até aqui corroborada”, segundo trecho do documento.

O único indiciado pelo vazamento, naquela ocasião, foi o tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ajudante de ordens da Presidência. Segundo a delegada, ele “revelou conteúdo de inquérito policial que deveria permanecer em segredo até o fim das diligências”, o que implicaria no crime de violação de sigilo funcional.

UOL procurou o Palácio do Planalto e o deputado Filipe Barros, para que comentem o conteúdo do despacho da PF, e busca contato com o ajudante de ordens Mauro Cid. As respostas serão incluídas no texto assim que forem recebidas.

*Com informações do Portal Uol

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