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Trump ordena ataques aéreos contra rebeldes Houthis no Iémen e ameaça Irã
Presidente dos EUA autoriza ação militar após crescente ameaça a navios ler
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a realização de uma operação militar de grande escala contra os rebeldes Houthis no Iémen. Em uma série de ataques aéreos, os Estados Unidos visaram as bases do grupo no território iemenita, em resposta a um aumento nas ações hostis, como ataques a navios internacionais. Trump descreveu a ação como “decisiva e contundente”, com o objetivo de proteger os ativos navais e a liberdade de navegação global, em particular das forças americanas e aliados.
Os Houthis, um grupo militante xiita que luta contra o governo do Iémen e tem fortes laços com o Irã, foram responsáveis por uma série de ataques a embarcações no Estreito de Bab al-Mandab e no Golfo de Áden, afetando o transporte marítimo global e causando prejuízos significativos. Pelo menos dois navios foram afundados, outro foi sequestrado e quatro marinheiros morreram em uma série de ofensivas de novembro de 2023 até o início de 2025.
Em um post nas redes sociais, Trump declarou que a operação militar tem como objetivo “proteger os ativos marítimos, aéreos e navais americanos e restaurar a liberdade de navegação”. Ele afirmou que os “bravos combatentes americanos” estavam conduzindo ataques aéreos para atingir “bases terroristas, líderes e defesas de mísseis” dos Houthis.
“O ataque Houthi a embarcações americanas não será tolerado. Usaremos força letal esmagadora até atingirmos nosso objetivo”, afirmou Trump, enviando uma mensagem clara sobre a disposição dos EUA em reagir com força total.
Reação dos Houthis e a Intensificação das Tensões com o Irã
Os Houthis, que têm forte apoio do Irã, reagiram à ação militar afirmando que os ataques aéreos dos EUA eram um “crime de guerra”. O gabinete político do grupo disse estar preparado para uma “escalada com escalada” e que suas forças armadas estavam em estado de alerta para responder aos ataques americanos. Eles acusaram os EUA de promoverem “terrorismo” na região e se disseram determinados a continuar a luta contra as forças externas no Iémen.
Além disso, o presidente Trump aproveitou a situação para ameaçar diretamente o Irã, seu aliado no conflito. Trump afirmou que o apoio do Irã aos Houthis deve “acabar imediatamente”, alertando que o Irã será responsabilizado por qualquer ameaça que envolva os EUA ou suas rotas de navegação. “Se o Irã ameaçar os EUA ou as rotas de navegação pelo mundo, será responsabilizado. E não seremos gentis sobre isso”, declarou o presidente americano, aumentando a tensão entre os dois países, já historicamente em conflito.
A Guerra no Iémen e suas Consequências Humanitárias
A guerra no Iémen, que começou em 2014, envolve um conflito de longa duração entre os rebeldes Houthis, apoiados pelo Irã, e as forças do governo iemenita, que conta com o apoio da Arábia Saudita e de outras potências ocidentais, incluindo os EUA. O conflito se transformou em uma guerra indireta entre as duas potências regionais, Arábia Saudita e Irã, com cada lado apoiando facções locais que defendem interesses opostos.
A situação no Iémen é desastrosa, com a ONU classificando o conflito como a mais grave crise humanitária do mundo. O país enfrenta uma grave escassez de alimentos, água e serviços médicos, e mais de 4,5 milhões de pessoas foram deslocadas internamente devido aos intensos bombardeios e combates em todo o território. Aproximadamente 80% da população do Iémen vive na pobreza, com 11 milhões de crianças precisando urgentemente de ajuda humanitária. Os ataques à infraestrutura do país, especialmente os bombardeios aéreos liderados pela coalizão saudita, têm levado a uma deterioração constante das condições de vida.
Além disso, o impacto da guerra no transporte marítimo tem afetado não apenas as nações do Golfo, mas também o comércio global. A interrupção das rotas comerciais devido aos ataques dos Houthis causou aumentos nos custos de transporte, forçando as empresas a redirecionar suas rotas para outras partes do mundo, o que tem causado impactos econômicos em várias nações.
Revisor: Diogo A. Cirillo
Reprodução Imagem: REUTERS/Leah Millis