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Internacional

Rússia diz que pode parar a guerra se Ucrânia reconhecer neutralidade e territórios separatistas

Em Belarus, representantes de Rússia e Ucrânia concluíram hoje a terceira rodada de negociações, sem avanços significativos ler

07 de março de 2022 - 20:30

A Rússia disse à Ucrânia que está pronta para interromper as operações militares “em um momento” se Kiev cumprir uma lista de condições, disse o porta-voz do Kremlin Dmitri Peskov.

Entre as reivindicações estão o fim das operações militares da Ucrânia, o reconhecimento da Crimeia e das províncias de Donetsk e Luhansk como território russo. O Kremlin também exige que Kiev altere sua Constituição para garantir a neutralidade entre Moscou e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), comprometendo-se a não aderir à aliança.

Foi a declaração russa mais explícita até agora dos termos que quer impor à Ucrânia para interromper a invasão, que já dura 12 dias. Depois do começo relâmpago da ofensiva, os russos controlam quase toda a costa do Mar Negro e avança pelo norte da Ucrânia rumo a Kiev e Kharkiv. Há relatos de que as tropas russas preparam um cerco dessas cidades, as maiores da Ucrânia e de ataques indiscriminados a civis.

Em Belarus, representantes de Rússia e Ucrânia concluíram hoje a terceira rodada de negociações, sem avanços significativos.  Segundo o negociador ucraniano Mykhailo Podolyak, as conversas tiveram pequenos avanços na melhoria da logística dos corredores humanitários. Houve discusões sobre um cessar-fogo e garantias de segurança para a retirada de civis, mas ainda não há resultados que melhorem significativamente a situação. O enviado russo disse que ambas delegações concordaram num quarto encontro, na semana que vem.

Registro

Peskov disse à Reuters, em entrevista por telefone, que a Ucrânia estava ciente das condições. “E eles foram informados de que tudo isso pode ser interrompido em um momento.”

Não houve reação imediata do lado ucraniano.

O porto de Mariupol vive um cerco e está sem água, luz e gás, com a comida começando a ficar escaça. A invasão, lançada em 24 de fevereiro, causou a pior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial,com 1,7 milhão de pessoas fugindo para outros países do leste europeu, como a Polônia, a Romênia e a Eslováquia.

“Nós realmente estamos terminando a desmilitarização da Ucrânia. Nós vamos terminar isso. Mas o principal é que a Ucrânia cesse sua ação militar. Eles deveriam parar sua ação militar e então ninguém atirará”, disse Peskov.

Sobre a questão da neutralidade, Peskov disse: “Eles deveriam fazer emendas à constituição segundo as quais a Ucrânia rejeitaria qualquer objetivo de entrar em qualquer bloco”.

Ele acrescentou: “Também falamos sobre como eles devem reconhecer que a Crimeia é território russo e que eles precisam reconhecer que Donetsk e Lugansk são estados independentes. E é isso. Vai parar em um momento”.

Novas conversas

O esboço das demandas da Rússia veio enquanto delegações da Rússia e da Ucrânia se preparavam para se reunir na segunda-feira para uma terceira rodada de negociações com o objetivo de encerrar a guerra da Rússia contra a Ucrânia.

“Não somos nós tomando Lugansk e Donetsk da Ucrânia. Donetsk e Lugansk não querem fazer parte da Ucrânia. Mas isso não significa que eles devam ser destruídos como resultado”, disse Peskov. “Para o resto, a Ucrânia é um estado independente que viverá como quiser, mas sob condições de neutralidade.”

Fonte: Jornal o Estado de São Paulo

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