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De violência em violência o mundo caminha para o esfacelamento e a entropia

Não faltam exemplos para ilustrar a tese, seja no Brasil, seja na França ou nos EUA ler

04 de junho de 2022 - 07:00

A violência generalizada é o tema que o professor Guilherme Wisnik elegeu como assunto de sua coluna esta semana. Ele enumera alguns casos recentes de violência, como a ação da Polícia Militar na Cracolândia, em São Paulo, com seu uso de armamento pesado para dispersar os usuários de crack, “gerando mais violência, repressão e criando uma situação de maior insegurança e de retrocesso de qualquer política de direitos humanos”. Como reflexo desse clima que instaura a violência na vida social, ele cita outro exemplo, os arrastões que aconteceram em alguns pontos da cidade durante a Virada Cultural, no último final de semana, transformando e desfigurando um evento cuja proposta original era a de gerar um sentimento de sociabilidade e urbanidade.

Wisnik destaca que tais episódios de violência não aconteceram somente no Brasil, mas em outras partes do mundo, como em Paris, durante a final da Champions League, principal torneio entre clubes da Europa, também marcado por cenas truculentas. Nos EUA, chamou a atenção o massacre em uma escola primária, no Texas, o que, para o colunista, não chega a ser uma surpresa, “porque esses massacres em escolas nos Estados Unidos acontecem recorrentemente e são fruto de uma sociedade que cultua as armas, que cultua a violência”. Esse caso específico foi o segundo mais letal da história dos EUA, deixando um saldo de 19 crianças e duas professoras mortas.

E, por falar em massacre, tivemos, aqui no Brasil, a operação policial que tomou de assalto a Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, em mais um episódio da luta contra o tráfico naquela cidade e que teve como resultado a morte de pelo menos 23 pessoas, “vitimando mais uma vez a sociedade moradora das comunidades, infringindo os direitos humanos. E terminando com a morte absurda, o assassinato de Genivaldo dos Santos, no Sergipe, pela polícia, asfixiado por spray de pimenta e gás lacrimogêneo dentro da viatura, o que revela um embrutecimento absurdo da nossa sociedade, reencenando o que aconteceu com George Floyd, há pouco tempo, nos Estados Unidos, e escancarando o fato de que vivemos num mundo pós-pandemia que tende cada vez mais ao esfacelamento, à entropia e à violência”.

Fonte: Jornal da USP

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