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Economia

Bolsonaro demite o terceiro presidente da Petrobras com pouco mais de 40 dias no cargo

José Mauro Coelho deve ser substituído por Caio Paes de Andrade, secretário especial de desburocratização do Ministério da Economia ler

24 de maio de 2022 - 07:50

O presidente Jair Bolsonaro demitiu o terceiro presidente da Petrobras, José Mauro Coelho, com pouco mais de 40 dias no cargo.

A troca de comando do Ministério de Minas e Energia, com a escolha de Adolfo Sachsida para substituir Bento Albuquerque, levou a mudanças na diretoria estatal. O anúncio pegou José Mauro Coelho de surpresa, que ficou apenas 41 dias no cargo. Sua demissão ocorre no momento em que Bolsonaro está envolvido no esquema de liberação de verbas para compra de caminhões de lixo com indícios de superfaturamento.

Bento foi demitido após a Petrobras ter aumentado o preço do diesel dias depois de o presidente pedir ao ex-ministro e a Coelho que não aumentassem o preço durante uma transmissão nas redes sociais.

Ao escolher Sachsida, Bolsonaro cobrou mudanças na postura da empresa. O presidente não se conforma que a petroleira tenha um lucro bilionário e não possa dar uma “trégua” nos reajustes durante a guerra da Rússia com a Ucrânia, período de alta volatilidade dos preços internacionais. Bolsonaro quer que as movimentações sejam feitas em espaço de tempo maior.

Um auxiliar do presidente disse que não fazia sentido ele demitir Bento para ficar na mesma situação. Sachsida entrou no ministério com uma agenda de mudanças.

Já a Petrobras confirmou que recebeu um ofício do Ministério de Minas e Energia solicitando a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para destituir o atual presidente da empresa, e eleger Caio Paes de Andrade como membro do Conselho de Administração da companhia.

Segundo a Petrobras, o ministério solicitou que a avaliação do nome de Andrade pelo Conselho ocorra após a realização da AGE. A Petrobras disse ainda que a destituição de Coelho implicaria na destituição de todos os membros do Conselho. A estatal terá que realizar uma nova eleição para esses cargos.

A queda do presidente da Petrobras foi surpresa para os membros do conselho de administração da empresa, que “estavam no escuro”, segundo o conselheiro Marcelo Mesquita disse ao Estadão/Broadcast. “Não sabemos de nada, fomos informados há poucos minutos pelo documento do MInistério de Minas e Energia (MME). Não conheço o Caio, não sabemos nada, estamos no escuro”, disse Mesquita.

A escolha de Caio Paes de Andrade como novo presidente da Petrobrás tem potencial de agradar ao mercado uma vez que ele não deve alterar a política de preços da estatal, além de provavelmente apoiar o processo de privatização da companhia.

Terceira troca no governo Bolsonaro

Coelho é o terceiro presidente da Petrobras a ser demitido no governo Bolsonaro.

Com o preço alto dos combustíveis e de energia elétrica ameaçando sua reeleição, Bolsonaro vem demonstrando insatisfação em relação à gestão de Coelho à frente da Petrobras. Neste mês, disse que que a petroleira está “gordíssima, obesa”, em referência ao lucro da estatal de R$ 44,56 bilhões no primeiro trimestre do ano. “Petrobras, você é Brasil! Ou quem está aí dentro não pensa no seu país? O povo está sofrendo bastante com o preço do combustível”, disse Bolsonaro.

A União é o maior acionista da empresa e recebe a maior parte dos dividendos da estatal. A governança da estatal tem sido uma barreira a impedir uma mudança na política de reajustes de paridade internacional.

Ao ressaltar que o Brasil vive atualmente um momento desafiador, com “extrema volatilidade dos hidrocarbonetos”, o MME disse que “diversos fatores geopolíticos conhecidos por todos resultam em impactos não apenas sobre o preço da gasolina e do diesel”. “Dessa maneira, para que sejam mantidas as condições necessárias para o crescimento do emprego e renda dos brasileiros, é preciso fortalecer a capacidade de investimento do setor privado como um todo. Trabalhar e contribuir para um cenário equilibrado na área energética é fundamental para a geração de valor da Empresa, gerando benefícios para toda a sociedade”, diz a nota.

Fonte: Adriana Fernandes, Marlla Sabino e Denise Luna – O Estado de São Paulo

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