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A tecnologia a serviço da indústria de armas

Luli Radfahrer observa que a indústria de armamentos sempre foi muito tecnológica ler

14 de maio de 2022 - 19:00

Com base na resistência da Ucrânia diante da invasão da Rússia, Luli Radfahrer elegeu como tema desta sua coluna a tecnologia de guerra, que faz uso de armamentos modernos. De acordo com ele, as armas norte-americanas e europeias que estão chegando na Ucrânia são tanto mais potentes quanto complexas.

Diz o colunista:

“Não adianta mandar os aviões mais potentes, porque pilotá-los é uma coisa completamente diferente hoje, tem toda essa questão, não é simplesmente uma máquina mais moderna, mas é todo um aprendizado que precisa”. De resto, Radfahrer lembra que a indústria de armamentos sempre foi muito tecnológica, “a gente tem coisas que parece ficção científica […] para tudo que existe uma aplicação civil, existe algo mais sofisticado de uso militar. A gente não pode esquecer que a própria internet surgiu primeiro como uma rede de uso militar”.

Toda essa tecnologia está, em tese, a favor de poupar a vida de civis, uma vez que a indústria de armas alega que armamentos mais potentes, por serem mais precisos, tendem a diminuir a morte daqueles. “Em hipótese, isso pode dar certo, mas a gente tem que sempre lembrar primeiro qual é a intenção do sujeito”, uma vez que, argumenta o colunista, se a intenção é ruim, pouco importa a qualidade da arma.

Por outro lado, o quadro é mais complexo, porque não se pode ignorar que mortes indiretas podem ocorrer. Além disso, não se pode esquecer da guerra cibernética que, por si só, “pode ser muito perigosa e pode causar muito mais danos”. Ela é o grande pesadelo das pessoas hoje em dia, diz Radfahrer, “porque, apesar da outra guerra ser mais visível e evidente, ela (guerra cibernética) pode levar a mortes muito maiores e, acima de tudo, ser muito difícil de identificar quem é o sujeito que está promovendo a violência”.

Fonte: Jornal da USP

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