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Trump pressiona por aumento da importação de etanol americano pelo Brasil

Pedro Luiz Côrtes explica quais os impactos dessa possível negociação na produção de biocombustíveis no País ler

15 de agosto de 2020 - 08:03

Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, declarou que gostaria de sobretaxar produtos brasileiros, caso o Brasil não aumentasse a cota de etanol importado dos Estados Unidos. Além disso, ele indicou que sua amizade com Jair Bolsonaro poderia facilitar as negociações.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, o professor Pedro Luiz Côrtes, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, comenta os possíveis impactos na produção brasileira de etanol. Ele conta que as próximas eleições são a principal motivação de Trump:

“Eles têm um excedente de produção de etanol que não está sendo bem absorvido pela indústria automobilística local, então eles estão tentando fazer do Brasil um canal de escoamento, de forma a agradar o setor agrícola americano e angariar mais votos”.

O setor de produção de etanol no Brasil já tem sido prejudicado há tempos, segundo Côrtes.

“Desde a descoberta do pré-sal, todo foco do governo foi destinado a isso e o biocombustível foi deixado de lado, fazendo com que vários usineiros acabassem quebrando, em função de investimentos realizados e que não encontraram nas políticas do governo uma forma de priorizar e escoar essa produção”, explica. “Seria mais um golpe ao setor sucroalcooleiro, fazendo com que o etanol perca ainda mais o título de biocombustível favorável à preservação ambiental, já que sua utilização não emite gás carbônico diretamente.”

Embora a utilização de biocombustíveis não seja novidade na área automobilística, sua popularização no Brasil se deu por conta do programa Pró-Álcool, lançado pelo governo na década de 1970. O intuito não era o de preservação ambiental, mas sim o contexto de crise do petróleo e o excedente de produção de etanol. Assim, foram desenvolvidos veículos movidos a etanol e também as chamadas tecnologias flex.

“Outras tentativas foram desenvolvidas, como o biodiesel e outras formas, mas isso não assumiu nenhum protagonismo para fins de locomoção como ocorreu com o etanol”, conclui o especialista.

 

Fonte: Jornal da USP

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