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Trump garante à Boeing contrato bilionário para o caça F-47

Gigante americana supera a Lockheed Martin e garante desenvolvimento do caça de sexta geração ler

22 de março de 2025 - 18:00

Nesta sexta-feira (21), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a Boeing venceu a disputa contra a Lockheed Martin e será responsável pela fabricação do novo caça F-47.

O contrato, que pode ultrapassar os US$ 20 bilhões, marcará a produção do caça mais avançado já desenvolvido para a Força Aérea dos Estados Unidos.

O que é o F-47?

O F-47 faz parte do programa Next Generation Air Dominance (NGAD), que substituirá o atual F-22 Raptor, fabricado pela Lockheed Martin.

O novo caça será projetado para operar ao lado de drones, com capacidades avançadas de furtividade, sensores de última geração e motores poderosos. O design exato da aeronave é mantido em segredo, mas espera-se que o F-47 ofereça melhorias significativas em relação ao F-22.

Comentários de Trump sobre o contrato

Trump não poupou elogios ao novo modelo, destacando a crescente demanda de aliados internacionais. Durante o anúncio, ele disse:

“Nossos aliados estão ligando constantemente… Eles querem comprá-los também.”

O presidente também mencionou que um pedido inicial foi feito, mas sem revelar o valor exato.

O F-47: mais capacidade e menor custo

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general David Allvin, comentou sobre as vantagens do F-47 em relação ao F-22:

“Comparado ao F-22, o F-47 custará menos e será mais adaptável a ameaças futuras — e teremos mais F-47s em nosso inventário.”

Ele destacou ainda que o novo caça terá um alcance significativamente maior, maior furtividade e será mais fácil de manter.

Impacto na Boeing e Lockheed Martin

Para a Boeing, a vitória no contrato é uma reviravolta significativa, já que a empresa enfrentava dificuldades nos últimos anos, especialmente com os estouros de custos e atrasos em programas de defesa, como o KC-46 e o Air Force One.

O analista Roman Schweizer, da TD Cowen, afirmou que a vitória foi um “grande impulso” para a empresa, que havia enfrentado desafios relacionados a custos excessivos e problemas no desenvolvimento de outros projetos militares.

Após o anúncio, as ações da Boeing subiram quase 5%, enquanto as ações da Lockheed Martin caíram 7%. A Lockheed, que perdeu o contrato do F-47, ainda não desistiu e se mostrou confiante. A empresa declarou:

“Embora desapontados com esse resultado, estamos confiantes de que entregamos uma solução competitiva.”

A Lockheed ainda pode tentar protestar contra a decisão, mas a forma como o contrato foi anunciado publicamente por Trump dificulta essa possibilidade.

Desafios para a Boeing

Apesar de garantir o contrato, a Boeing continua a lidar com desafios significativos. A empresa enfrentou uma série de crises, incluindo os problemas com o 737 MAX, que sofreram uma série de incidentes e impactaram as entregas.

No início de 2024, a Boeing reportou um prejuízo de US$ 11,8 bilhões devido a uma greve que interrompeu a produção de jatos e à desaceleração nas entregas de aeronaves.

O futuro do mercado de caças

Além das dificuldades da Boeing, o bilionário Elon Musk levantou questionamentos sobre a eficácia dos caças tripulados de última geração, sugerindo que drones mais baratos seriam uma alternativa mais eficiente para enfrentar as ameaças aéreas do futuro.

O contrato para o F-47 promete trazer contratos futuros e garantir um fluxo de receitas para a Boeing ao longo das próximas décadas.

Contudo, o senador democrata Mark Kelly, ex-piloto de combate da Marinha dos EUA, alertou que o tamanho e a complexidade do projeto exigem uma supervisão rigorosa para evitar custos excedentes e atrasos no cronograma.

“Um programa desse tamanho e complexidade exige uma supervisão cuidadosa para garantir que não fique para trás ou tenha custos excedentes,” disse o senador.

Com o contrato, a Boeing se prepara para um novo capítulo, que pode redefinir o futuro dos caças de sexta geração nos EUA.

 

Redatora: Isabela Campanhã da Silva
Revisora: Luísa Guena
Reprodução de Imagem: Reuters/Leah Millis

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