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Economia

Tarifaço de Trump: Brasil adota postura defensiva

Nesta quarta-feira (02) Trump anunciou um tarifaço global ler

01 de abril de 2025 - 20:00

Desde que assumiu o poder, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump tem implementado um “tarifaço” a produtos estrangeiros, como iniciativa de fortalecer o mercado interno do país.

Na quarta-feira (02), Trump prometeu implementar mais uma rodada de tarifas, além dos 25% já taxados sobre o aço e alumínio brasileiros. O Brasil é o segundo maior exportador de aço e alumínio para os EUA.

Como resposta, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou um projeto que cria maneiras de contornar o aumento abrupto de tarifas.

O vice-presidente Geraldo Alckmin, ainda que tenha louvado a atitude do Senado, busca todavia por dialogar com o governo estadunidense, adotando uma postura um pouco mais defensiva em relação ao Senado.

“Você ter um arcabouço jurídico legal é positivo, louvo a iniciativa do Congresso Nacional, nesse caso do Senado, que procura preservar o interesse do Brasil, mas quero dizer que o caminho é o diálogo e procurar ter uma complementariedade econômica”

Na última sexta-feira (28/03), Alckmin ainda teria dito que não deveria ser de preocupação dos EUA taxar os produtos brasileiros, reforçando a iniciativa do diálogo.

Nós temos o dever de proteger e fortalecer a economia brasileira, as empresas que trabalham aqui, exportam, têm comércio exterior. O relacionamento com os Estados Unidos é importante porque, embora a gente compre mais deles do que eles de nós, é para onde a gente vende mais produto de valor agregado, e o caminho é sempre o caminho do diálogo.
[São] US$ 25 bilhões de superávit para os Estados Unidos. Dos dez produtos que eles mais exportam para o Brasil, oito são de tarifa zero, não tem imposto de importação. E a tarifa média final de todos os produtos e serviços é 2,7%. Então, o Brasil não é problema para os EUA

O texto do Senado

O texto aprovado pelo Senado nesta terça-feira prevê proteção comercial para o Brasil, ante à tomada de decisões unilaterais por parte dos governos estrangeiros.

O projeto prevê que o Poder Executivo está autorizado a retaliar barreiras comerciais e legais impostas ao Brasil, quando os países em negociação:

  • violarem e prejudicarem acordos comerciais com o Brasil;
  • ameaçarem ou aplicarem sobretaxas ao Brasil; e
  • decretarem critério ambientais mais rígidos do que os aplicados para os mesmos produtos nos países importadores.

Além de retaliar o tarifaço de Trump, esta última medida também visa ser a resposta do Brasil à demora da União Europeia em assinar o acordo com o Mercosul.

Nos Estados Unidos

Os EUA têm enfrentado uma alta nos preços devido a uma inflação histórica no país. Os consumidores americanos, no entanto, devem se preparar para mais um aumento no preço de produtos essenciais como comida, automóveis e gasolina.

Este aumento poderá ser percebido quase que imediatamente pelo mercado interno estadunidense.

 

Com informações da Agência Brasil

Redação: Daniel Strunk

Imagem: Nataliya Vaitkevich | Pexels

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