Pedido de Orçamento

Quadros de Van Gogh e Picasso são atacados por ativistas

Envie seus dados. Nós respondemos!
  • Clique no link abaixo para fazer a verificação antes de enviar o formulário.
  •  
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Localização
  • Horário de Atendimento:

Comprar

Quadros de Van Gogh e Picasso são atacados por ativistas

Para comprar vá até a nossa loja.
  • Localização
  • Horário de Atendimento:
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695

Enviar Mensagem

Envie uma mensagem. Nós respondemos!
  • Clique no link abaixo para fazer a verificação antes de enviar o formulário.
  •  
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Localização
  • Horário de Atendimento:

Agendar

  • O agendamento se dará de acordo com a disponibilidade. Retornamos para confirmar.
  •  
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Localização
  • Horário de Atendimento:

Regras

Leia as Regras
  • Se preferir entre em contato com a gente.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Horário de Atendimento:

Guia de Associados

Segmentos
Marília do Bem
  • Conteúdo

menu

Podcast 🔊 Cultura

Quadros de Van Gogh e Picasso são atacados por ativistas

Grupo Just Stop Oil se manifesta contra obras-primas para defender a questão climática, ato divulgado em todas as redes sociais e na mídia ler

25 de outubro de 2022 - 12:00

O que leva duas ativistas ambientais a invadir o Museu National Gallery de Londres, Inglaterra, para jogar uma lata de molho de tomate no quadro Girassóis, do pintor holandês Vincent Van Gogh? A professora e artista da FAU-USP, Giselle Beiguelman, explica na coluna Ouvir Imagens, na Rádio USP (clique e ouça o player acima), a razão dessas manifestações.

“São ataques ativistas de um grupo que se chama Just Stop Oil, que se insurge de diferentes formas contra uma obra de arte consagrada para chamar a atenção para suas pautas ambientalistas”, explica Beiguelman. “Foi isso o que ocorreu também na National Gallery of Victoria, em Melbourne, Austrália, quando os ativistas colaram suas mãos a um quadro de Picasso.”

Beiguelman ressalta que são ataques simulados. Isto é, não danificam as obras. “No caso do Picasso, aderiram a uma capa protetora, no de Van Gogh, atingiram o vidro. O mais importante desses atos não é, portanto, uma tentativa de vandalização, mas a criação de um fato midiático.”

A meta dos ativistas do grupo Just Stop Oil segundo a professora, é criar uma imagem que circule e ponha o assunto, no caso a pauta climática, entre os assuntos do dia. “Mesmo sem comprometer a integridade do quadro, é muito assustador ver a pintura de Van Gogh com molho vermelho escorrendo e aí está a eficácia da ação. Ela é feita para aparecer como imagem e dar a entender outra coisa. Uma ação que se propagou rapidamente pelas redes e nos canais mais tradicionais da mídia, como a imprensa e a televisão.”

Beiguelman vê nessa estratégia uma total aderência à cultura das redes e às formas como ela transformou radicalmente as políticas da imagem, um tema que a professora destacou em seu último livro, Políticas da imagem: vigilância e resistência na dadosfera, lançamento da UBU Editora.

“Ações como essa mostram que as relações entre política e imagem hoje não são apenas instrumentalizações da imagem, que se converteu no principal lugar de disputas narrativas e embates da nossa atualidade”, observa a colunista. “Mais que lugar e meio de transmissão de ideias e linguagens, a imagem é o próprio campo das tensões políticas. É na imagem, e não a partir dela, que os embates se projetam socialmente.”

Fonte: Jornal da USP

Comentários

Mais lidas