Prefeitura de Marília suspende terceirização da UPA e do PA
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A administração Daniel Alonso quer livrar-se da gestão dos serviços de saúde municipais para transformar-se em mera gestora de contratos com organizações sociais privadas ler
A Prefeitura de Marília suspendeu ontem (26), os chamamentos públicos para contratar a terceirização dos serviços de gestão da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da zona norte e do PA (Pronto Atendimento) da zona sul.
A medida, segundo a prefeitura, foi para esclarecer pedidos de impugnação apresentados por possíveis interessados em participar dos procedimentos.
O objetivo é conceder à iniciativa privada o setor de pronto atendimento em saúde no município. Mais dois chamamentos neste mesmo modelo foi lançados e também estão suspensos.
O primeiro deles é a renovação da terceirização da Estratégia Saúde da Família. O segundo é a terceirização do Samu e do programa Melhor em Casa, bem como do Caoim e do Centro de Referência ao Trabalhador.
A UPA já funciona de forma terceirizada sob gestão da ABHU (Associação beneficente Hospital Universitário).
O PA funcionava com serviços terceirizados, mas gestão pela Saúde. O chamamento muda esse quadro e prevê transferir a gestão para a organização social que vencer o processo. Ou seja, a administração Daniel Alonso quer livrar-se da gestão dos serviços de saúde municipais para transformar-se em mera gestora de contratos com organizações sociais privadas.
