Pedido de Orçamento

PF prende suspeito de invadir rede interna da Caixa

Envie seus dados. Nós respondemos!
  • Clique no link abaixo para fazer a verificação antes de enviar o formulário.
  •  
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Localização
  • Horário de Atendimento:

Comprar

PF prende suspeito de invadir rede interna da Caixa

Para comprar vá até a nossa loja.
  • Localização
  • Horário de Atendimento:
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695

Enviar Mensagem

Envie uma mensagem. Nós respondemos!
  • Clique no link abaixo para fazer a verificação antes de enviar o formulário.
  •  
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Localização
  • Horário de Atendimento:

Agendar

  • O agendamento se dará de acordo com a disponibilidade. Retornamos para confirmar.
  •  
  • Ou entre em contato por telefone.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Localização
  • Horário de Atendimento:

Regras

Leia as Regras
  • Se preferir entre em contato com a gente.
  • (14)98839-6695
  • (14)98839-6695
  • Horário de Atendimento:

Guia de Associados

Segmentos
Marília do Bem
  • Conteúdo

menu

Fraude

PF prende suspeito de invadir rede interna da Caixa

Operação foi feita nas cidades de São Paulo, Guarujá e Ribeirão Preto ler

09 de fevereiro de 2022 - 06:00

A Polícia Federal (PF) prendeu ontem (8) um suspeito integrante de um grupo que invadiu a rede interna da Caixa. A Operação Atacante investiga “tentativas atípicas” de invasão da rede interna do banco com alterações de dados dos correntistas. Além da prisão, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em na cidade de São Paulo, em Ribeirão Preto e no Guarujá.

Segundo a PF, o grupo criminoso acessava ilicitamente os sistemas da Caixa para consultar dados dos correntistas. De posse dos dados, os criminosos alteravam informações, inclusive de cartões de crédito, “e obtinham vultosas vantagens econômicas”.

A PF não informou, contudo, quantos correntistas foram prejudicados pelo grupo. Durante as buscas foram apreendidos equipamentos de informática, documentos, veículos, dentre outros objetos de relevantes para a continuidade das investigações.

A polícia disse que os suspeitos são investigados pelos crimes de estelionato e associação criminosa com penas que podem variar, respectivamente, de 4 a 8 anos de reclusão e de 1 a 3 anos de reclusão.

Fonte: Agência Brasil

Comentários

Mais lidas