PF combate esquema que enviou 2 mil fuzis de Miami ao Rio; alvo atira contra agentes
- Ou entre em contato por telefone.
- (14)98839-6695
- (14)98839-6695
-
Localização
-
-
Horário de Atendimento:
PF combate esquema que enviou 2 mil fuzis de Miami ao Rio; alvo atira contra agentes
-
Localização
-
-
Horário de Atendimento:
- Ou entre em contato por telefone.
- (14)98839-6695
- (14)98839-6695
- Ou entre em contato por telefone.
- (14)98839-6695
- (14)98839-6695
-
Localização
-
-
Horário de Atendimento:
- O agendamento se dará de acordo com a disponibilidade. Retornamos para confirmar.
- Ou entre em contato por telefone.
- (14)98839-6695
- (14)98839-6695
-
Localização
-
-
Horário de Atendimento:
PF combate esquema que enviou 2 mil fuzis de Miami ao Rio; alvo atira contra agentes
- Se preferir entre em contato com a gente.
- (14)98839-6695
- (14)98839-6695
-
Horário de Atendimento:
PF combate esquema que enviou 2 mil fuzis de Miami ao Rio; alvo atira contra agentes
Operação Cash Courier cumpre 14 mandados de busca e apreensão ler
A Polícia Federal (PF) deu início, nesta quinta-feira (20), a Operação Cash Courier contra um esquema internacional de tráfico. O esquema já fez o envio de 2 mil fuzis de Miami, nos Estados Unidos, para o Rio de Janeiro. O armamento tinha como destino favelas controladas pelo Comando Vermelho (CV).
Os agentes saíram a fim de cumprir 14 mandados de busca e apreensão na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Em uma das abordagens, um dos alvos atirou contra os policiais, mas ninguém se feriu. O suspeito foi preso em flagrante por tentativa de homicídio.
Além das buscas, foi determinado pela Justiça o sequestro e bloqueio de bens e ativos no valor de R$ 50 milhões. Os investigados poderão responder por crimes como tráfico internacional de armas, corrupção ativa e passiva, organização criminosa, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
Histórico
A operação teve início com a apreensão de 60 fuzis no Aeroporto do Galeão em 2017, uma das maiores apreensões da história brasileira. As armas, modelos AK-47 e AR-10, de uso exclusivo das tropas de elite, estavam escondidas dentro de aquecedores de piscina. Na época, o envio foi atribuído a Frederick Barbieri, brasileiro conhecido como “Senhor das Armas”, que foi condenado pela Justiça dos EUA por tráfico internacional de armas.
De acordo com a PF, Barbieri utilizou pessoas físicas e jurídicas para adquirir imóveis e outros bens como forma de lavar o dinheiro obtido com a venda do armamento. Essa rede de lavagem de dinheiro é o alvo principal das buscas da operação de quinta (20).
Em fevereiro de 2018, agentes federais cumpriram um mandado de busca em um galpão alugado por Barbieri em Vero Beach, na Flórida. No local, encontraram 52 fuzis, 49 deles com numeração raspada e prontos para serem enviados a outros países, além de 2 mil projéteis e material de empacotamento.
No dia 24 de fevereiro de 2018, Barbieri foi preso, em sua residência, na Flórida, por agentes do Serviço de Imigração e Alfândegas dos Estados Unidos (ICE). Além disso, as autoridades estadunidenses conseguiram impedir o envio de mais 40 fuzis ao Brasil.
Em 19 de julho do mesmo ano, um tribunal federal de Miami condenou Barbieri a 12 anos e 8 meses de prisão por tráfico internacional de armas. O procurador Benjamin Greenberg afirmou que Barbieri operou entre maio de 2013 e fevereiro de 2018, traficando armas com numeração raspada e enviando pacotes ilegais de armamentos ao Brasil sem a devida declaração.
A Justiça americana também determinou o confisco de US$ 9,6 milhões de Barbieri como parte da sentença.
Redação: Ana Rafaela Nascimento
Revisão: Ester Lais Costa Aquino
Direitos Imagem: Reprodução/PF