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Futebol russo sofre retaliações após invasão à Ucrânia
País está fora das Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar e de outros torneios de clubes e seleção ler
Cinco dias após as forças militares russas invadirem a Ucrânia, o futebol do país coleciona retaliações, dentro e fora dos campos. A mais impactante é a exclusão da Rússia das Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar, no fim deste ano.
Outras decisões atingem a seleção feminina, clubes e até mesmo empresas do país ligadas ao futebol. As retaliações esportivas, no entanto, podem ser revistas pelas entidades em caso de mudança no panorama do conflito na Ucrânia. Confira todas as sanções:
- A Fifa excluiu a Rússia das Eliminatórias da Europa. Com isso, a Polônia, que enfrentaria a seleção russa no dia 24 de março, pela repescagem da Uefa, já está classificada para jogar no dia 29 contra o vencedor de Suécia x República Tcheca por uma das últimas três vagas europeias no Mundial do Catar.
- O Spartak Moscou foi eliminado da Liga Europa, que está nas oitavas de final. O time russo iria enfrentar, nos dias 10 e 17 de março, o RB Leipzig, que ganha assim a vaga nas quartas de final.
- A Rússia estava classificada para a Eurocopa Feminina, que será disputada na Inglaterra, em julho deste ano, mas também acabou excluída do torneio. A expectativa, ainda não confirmada pela Uefa, é que Portugal, derrotado pela Rússia nos playoffs das eliminatórias, herde a vaga.
- Um dos primeiros desdobramentos esportivos da invasão à Ucrânia foi a decisão da Uefa de retirar a final da Liga dos Campeões de São Petersburgo, uma das cidades mais importantes da Rússia. A decisão, no dia 28 de maio, foi levada para Paris.
- A Gazprom, empresa estatal russa do ramo de energia, teve dois contratos de patrocínio rompidos. Primeiro, o Schalke 04, da segunda divisão alemã, anunciou o fim da parceria de 15 anos. Depois, a Uefa também decidiu encerrar o contrato com a empresa, que patrocinava competições da entidade desde 2012. O compromisso ainda tinha duração de duas temporadas e renderia 66 milhões de euros (R$ 455 milhões) à Uefa.
- Na Inglaterra, o Manchester United encerrou seu patrocínio com a empresa aérea russa Aeroflot, que tem o governo russo como acionista majoritário. A companhia de aviação estava ligada ao clube inglês desde 2013.
- Dono do Chelsea há quase 20 anos, o bilionário russo Roman Abramovich anunciou sua saída do comando do clube, que passa a ser gerido pelo conselho da fundação de caridade dos Blues. Na prática, no entanto, Abramovich segue como dono do Chelsea, apenas afastado das decisões do dia a dia. Embora não tenha sido uma punição, e sim uma decisão própria do empresário, o anúncio foi feito após a invasão da Ucrânia, quando bilionários russos residentes na Inglaterra passaram a correr risco de terem suas contas bloqueadas.
