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Força-tarefa de entidades médicas contra o cigarro eletrônico

Mesmo proibidos desde 2009, os cigarros eletrônicos estão à venda no comércio, razão pela qual o assunto volta a ser abordado na coluna do professor João Paulo Lotufo ler

20 de maio de 2022 - 15:00

No dia 9 de maio houve uma coletiva de imprensa, com 46 entidades médicas brasileiras, contra o consumo de cigarros eletrônicos. O objetivo é pedir a proibição de comercialização, importação e propagandas de qualquer tipo de cigarro eletrônico.

O documento afirma que os DEF (Dispositivos Eletrônicos para Fumar) são uma “ameaça à saúde pública” por apresentarem uma “combinação de riscos” e por “atraírem pessoas que nunca fumaram, persuadidas pelos aromas agradáveis”.

A declaração diz que os cigarros eletrônicos contêm “nicotina e várias dezenas de substâncias químicas, incluindo cancerígenos comprovados para o pulmão, bexiga, esôfago e estômago”.

A Associação Médica Brasileira (AMB) estima que 650 mil pessoas fumem com esses dispositivos, a maioria jovem.

Fonte: Jornal da USP

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