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"Gato"

CPFL encontra 95 ligações clandestinas de energia em Marília

O furto de energia, popularmente chamado de "gato", traz perdas comerciais para todos ler

11 de fevereiro de 2022 - 15:59

As inspeções contra fraudes e furtos de energia realizadas pela CPFL Paulista em 2021 identificaram 1.842 fraudes, os populares “gatos”.

Entre as cidades com mais casos de furto de energia estão Bauru, com 714, Botucatu, que teve 263 casos, Jaú, com 200, e Marília, com 95 ligações clandestinas desfeitas.

A distribuidora realizou 38,8 mil inspeções em 61 municípios da região, que resultaram em 52,4 GWh de energia recuperada nas regiões de Bauru e Marília. O volume equipe ao consumo de 25 mil residências por um ano.

Em comparação com 2020 subiu os níveis de energia recuperada na sua área de concessão, saindo de 116 GWh para 129 GWh, um crescimento de 11,2%.

“Infelizmente, a cada ano, vemos que a prática das ligações irregulares de energia continua. Nosso papel, como distribuidora, é realizar as inspeções para combater essa prática”, comenta Ruan dos Reis Alves, Gerente de Recuperação de Energia da CPFL.

Segundo a empresa, a fiscalização envolve questões de segurança e a justiça com os demais clientes.

“Ao fazer um gato na rede elétrica, o cidadão coloca em risco não somente a si mesmo e a sua residência ou comércio, mas toda a vizinhança e o sistema elétrico”, diz o comunicado.

A CPFL aponta ainda que o custo com a energia furtada compõe parte da tarifa de energia elétrica. Ou seja, os clientes regulares, que pagam suas contas em dia, acabam também arcando com o custo de parte da energia que é furtada. Outra parte é assumida pela distribuidora.

“O furto de energia traz perdas comerciais para todos: clientes regulares, poder público e distribuidora de energia. Além da questão financeira, as ligações clandestinas geram instabilidade ao sistema elétrico”, comenta Alves.

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