Cidades castigadas pelas chuvas ainda não receberam recursos do governo federal
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Oito municípios paulistas obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência em razão do temporal ler
Passadas duas semanas desde o sobrevoo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), e um grupo de ministros por cidades castigadas pelas chuvas na Grande São Paulo, o Ministério de Desenvolvimento Regional ainda não enviou para esses municípios os recursos emergenciais prometidos para atenuar os efeitos do temporal.
O ministério é o responsável no âmbito federal por áreas como defesa civil, saneamento básico e habitação, ou seja, aquelas com recursos previstos no Orçamento Geral da União para ações como prevenção a respostas para danos decorrentes de enchentes.
Nesta quarta-feira (16), depois de estragos na Bahia, em Minas Gerais e em São Paulo, temporais provocaram destruição e deixaram 66 mortos em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
Entre o fim de janeiro e o início deste mês, diferentes regiões do estado de São Paulo foram fortemente impactadas pelas chuvas, incluindo Jaú, na região. A pior situação foi a vivida por Franco da Rocha, na região metropolitana, onde 18 pessoas morreram. Em todo o estado, o número de mortes chegou a 34.
No dia 1º deste mês, durante a visita à região de Franco da Rocha, Bolsonaro declarou: “Lamentamos as mortes. Sabemos que, muitas vezes, as pessoas constroem a sua residência por necessidade em um local que 10, 20, 30 anos depois, o tempo leva a desastres”.
O ministério informou que “os municípios Capivari, Campo Limpo Paulista, Monte Mor, Caieiras, Mombuca, Santa Isabel, Várzea Paulista e Jaú obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência em razão das chuvas que atingiram o estado de São Paulo no final de janeiro”.
No entanto, segundo a própria pasta, “até o momento, nenhuma das oito cidades que já estão com o reconhecimento federal encaminhou solicitação de recursos ao Ministério do Desenvolvimento Regional”.
